A Marcha para Jesus passou a ser reconhecida como Patrimônio Histórico-Cultural Imaterial de Maricá. A medida foi estabelecida pela Lei nº 3.789, sancionada em 8 de setembro pelo prefeito Washington Quaquá.
Com o novo status, as tradições, expressões artísticas, registros, documentos, fotografias, vídeos e outros elementos ligados à história do evento passam a integrar o patrimônio cultural imaterial do município.
Lei prevê valorização e preservação da Marcha para Jesus
A legislação permite que o município desenvolva ações de proteção, valorização, divulgação e salvaguarda da manifestação, observando as normas aplicáveis aos bens culturais de Maricá.
O reconhecimento amplia o status da Marcha para Jesus. Antes, o evento já fazia parte do calendário oficial da cidade; agora, também passa a ter sua importância cultural e histórica formalmente reconhecida.
17ª edição reuniu fiéis em agosto
A declaração ocorreu semanas após a 17ª edição da Marcha para Jesus, realizada em 29 de agosto, com o tema “O Poder da Oração”.
A caminhada saiu da Avenida Vereador Francisco Sabino da Costa, nas proximidades do DPO, e seguiu até a Praça Orlando de Barros Pimentel, no Centro. A programação contou com momentos de oração e apresentações musicais.
Entre os nomes anunciados estavam Samuel Messias, André e Felipe, Maria Marçal, Paulo Neto, Samuel Eleotério, Waguinho, Maria Pita e Néia do Surdo. A Prefeitura informou que a edição reuniu fiéis de diferentes denominações cristãs.
Evento integra calendário de Maricá há anos
A Marcha para Jesus faz parte do calendário municipal desde 2009 e é tradicionalmente realizada no último sábado de agosto.
Ao longo dos anos, o encontro se consolidou como uma das principais manifestações evangélicas do município, reunindo igrejas, famílias e comunidades religiosas.
O reconhecimento como patrimônio cultural imaterial não determina, por si só, recursos automáticos para futuras edições. A lei trata da preservação da memória, da valorização cultural e do registro histórico do evento.


